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by Eunice Gasparin 1 year, 4 months ago
Eunice Dalla Vecchia Gasparin
Os números que fizeram e fazem parte da minha vida são ínúmeros e estão presentes no meu cotidiano, exercendo funções organizacionais, rotineiras, informativas, etc.,o que pode ser constatado no relato a seguir.
Nota: Os números constantes no relato são fictícios, portanto qualquer semelhança será mera coincidência.
Hoje acordei as 06:45, tomei um banho de 15 minutos, subi na balança para conferir se o ponteiro da mesma ainda apontava para o número 65, sequei os cabelos em 10 minutos, vesti meu jeans manequim 42, calçei meu tênis número 39, passei um creminho na pele para amenizar o desgaste que o tempo causou nesse 45 anos, depois fui ao quarto de meu filho de 17 anos e chamei-o para ir ao trabalho, em seguida fiz o mesmo com minha filha de 14, para que se preparasse para ir ao colégio..
Dirigi-me até a cozinha, esquentei meu leite por 60 minutos, preparei meu café, tomei e fui pegar minha bolsa. Verifiquei se a carteira de motorista número 0044... estava dentro dela, fechei a porta de casa e apanhei a correspondência. Havia uma conta de telefone referente ao número 348... e uma conta de luz no valor de $ 77,35.
Entrei no meu carro ano 96, placa 4502 e deixei minha residência na rua B. , nº 20, cujo cep é 9oo0-000 e me dirigi a Av. Flores da Cunha à 60 km por hora (velocidade máxima permitida). Parei no sinal, esperei 36 segundos, depois passei no posto de gasolina, abasteci o carro com 15 litros de combustível, calibrei os pneus com 27 libras nos dianteiros e 28 nos traseiros, paguei os $40,00 com cartão de crédito nº 5.., mediante apresentação da carteira de identidade 6...
Em seguida me dirigi a E.E.E.M., sito à rua J. A., nº4o8 e conduzi meus 23 alunos da turma 10 até a sala 19C, registrei a data 16/05/2010,realizei algumas atividades, dentre elas a leitura de uma história de 16 páginas, medi e registrei a altura de meus alunos e a minha (1,74m).
Na hora do intervalo fui até a secretaria imprimir 45 folhas para a leitura da atividade 02 do meu estágio e me lembrei que tinha que postar essa atividade aqui até hoje dia 19/04, voltei à sala de aula, peguei meu celular o1234567 e fiz uma ligação para o número 3234-6o79, falei por 02:48, verifiquei 02 mensagens recebidas, recolhi meus alunos, terminei as atividades do dia,e parei para almoçar. sabendo que tinha apenas 20 minutos para fazê-lo.
As 12:40 me dirigi ào colégio novamente para cumprir a segunda jornada de 04 horas com a turma 11. Abri meu contra-cheque, que havia recebido no dia anterior cuja matrícula é 2o7o220, conferi o"'numerário" e as 13:15 bateu o sinal de entrada e as 17:15 o de saída.
Saí do colégio e fui ao Parcão fazer minha caminhada. Percorri 07 voltas de 660m cada, totalizando 4.620m. Depois fiz 250 abdominais, alguns alongamentos e peguei meu carro pra voltar para casa. No caminho passei no supermercado, comprei 10 pães, 02 litros de leite, 200g de queijo e 265g de presunto, que custou $9,47 e foram pagos com o cartão da agência 0152.
Ao chegar em casa liguei o computador, li 02 e-mails, deletei 03, enviei 02 e não respondi nenhum. Entrei no messenger, digitei minha senha numérica de 06 dígitos, constatei que 13 dos meus contatos estavam offline e 09 online. Abri o pbwiki e digitei este texto que levou aproximadamente,30 minutos, para
exemplificar onde há números em minha vida.
Sobre o que os alunos sabem sobre os números, é que eles existem e são diferentes das letras. Servem para contar na hora do pega-pega, marcar a quantidade de gol na partida de futebol, para saber a idade, a data de aniversário, o número da sala, etc. Os alunos sabem contar, mas ainda não tem a idéia da representação dos números bem clara. Eles estão no primeiro ano e muitos deles nunca frequentaram a escola e também não foram estimulados em casa em relação a aprendizagem das letras e dos números. Outros mais habituados ao jogos de vídeo-game, ao uso do celular e ao própria percepção do ambiente, onde se vê placas de trânsito, de carros, preços, etc, já demonstram um conhecimento maior e conseguem representar as quantidades através dos números.
Creio que brincando, jogando, cantando, ouvindo histórias, o aluno estabelece conexões entre o seu cotidiano e a matemática e entre a matemática e as demais áreas do conhecimento.
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Atividade 3
Sabemos que a criança entra em contato com os números desde muito cedo, no contexto familiar e social: sua idade, número de sua casa ou telefone, número do seu canal de televisão preferido, ou do andar onde mora, etc. Esse contato, embora informal, é de grande importância, pois oferece condições de familiarização com o conceito, e a criança começa a estabelecer suas primeiras hipóteses a respeito do processo de representação de quantidades. A atividade descrita a seguir é um ótimo recurso para esse fim ( representação de quantidades).
Construa com cartolina alguns cartões e cole neles diversas ilustrações:

Apresente um desses cartões aos alunos e peça-lhes que escrevam no caderno o número que representa essa quantidade.
Podem ser usadas outras variantes como escrever ou desenhar uma quantidade maior ou menor que a apresentada;
Mostrar dois cartões e pedir que adicionem as quantidades ou que escrevam os dois números 8 e 4 formando dessa forma o número 84. etc.
O objetivo principal dessa atividade é a escrita dos números com a apresentação de elementos que criam situações nas quais o aluno é levado a interpretar e analisar as imagens para encontrar a solução das diversas questões apresentadas.
Respondendo os seus questionamentos via comentário:
Já apliquei sim esta atividade dos cartões com meus alunos, mas sem a preocupação com a escrita. Acho interessante que as idéias, os conceitos matemáticos sejam trabalhados antes da simbologia. Esse jogo eu utilizei para trabalhar a idéia de adição e também para explorar o conceito de quantidades (maior e menor). Durante o jogo eles vivenciaram, situações que se repetiram sem perder o interesse.
Sobre como aproveito o conhecimento sobre números que meus alunos possuem, para trabalhar o sistema Decimal de Numeração: Criando oportunidades e condições para a criança pensar, criar, descobrir e expressar suas descobertas. Por exemplo, desafios, jogos, situações- problema próprias da vivência da criança, ajudam a criança a pensar logicamente e a fazer descobertas. Trabalho muito com materiais concretos e uso os amarradinhos de palito para trabalhar as dezenas. Gosto muito das parlendas que envolvem números como por exemplo "A galinha do vizinho", "1,2..Feijão com arroz", " Um elefante incomoda muita gente", etc., pois oportunizam a memorização e o registro dos números de forma lúdica, além de promover a aproximação entre os números, a Língua Portuguesa e o folclore. Esta semana, por exemplo, estou trabalhando com a idéia de subtração e utilizei a música: A BARATA DIZ QUE TEM SETE SAIAS DE FILÓ É MENTIRA DA BARATA ELA TEM É UMA SÓ! E perguntei: Se ela tem uma só, quantas ela teria que comprar para ficar com 7? E pedi que eles representassem com desenhos a quantidade. Percebi duas situações que levaram eles a um resultado correto. Em um grupo eles usaram os dedos para calcular, e em outro,uma menina rasgou papeizinhos em formato de saia e escondeu um com a mão e contou o restante.
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Atividade - 4
REFLEXÕES SOBRE O VÍDEO Na sala de aula discutem-se idéias e conceitos matemáticos, partilham-se descobertas, confirmam-se hipóteses e adquire-se conhecimento matemático pela escrita, pela fala e pela leitura. O próprio ato de comunicar clarifica e organiza o pensamento e diante disso é preciso analisar como o aluno está compreendendo e interpretando as idéias matemáticas apresentadas de forma escrita oral ou visual, ou por demonstrações com material pedagógico. Numa das atividades de avaliação em matemática que fiz com meus alunos, pude perceber que eles percorreram diferentes caminhos para encontrar uma resposta e que algumas dessas respostas eram bem diferentes da que eu pensei, então foi preciso levar mais em conta o processo do que o produto da aprendizagem e valorizar a maneira autônoma, criativa que o aluno resolveu a questão, do que simplesmente verificar se ele havia acertado a resposta. Apresentei (Li) a eles uma frase "MARIANA É AMIGA DE ROSANA" e pedi que eles registrassem a quantidade de palavras da frase. Nos registros apareceram os números 5 e 3. Depois perguntei qual era a palavra maior e a resposta foi MARIANA. Ao registrarem a palavra menor, as respostas variaram entre AMIGA, É e DE. Ficou evidente nessas respostas como a criança aprende, como transnfere a aprendizagem, como constrói conceitos. Alguns se utilizaram do conceito que diferencia palavra, síliba e letra trabalhado na alfabetização para registrar a resposta, já que perguntei pela "palavra" maior, outros pintaram os espaços entre uma palavra e outra, recurso que utilizei como estratégia para que os mesmos percebessem onde terminava uma palavra e iniciava outra. O mesmo pode pode ocorrer na maneira de efetuar as operações, sobre o modo de observar e descobrir propriedades ou resolver situações-problema, ou seja, a pergunta interfere na resposta, porque depende não só da interpretação, mas do que a criança já vivenciou das situações de contar, de juntar, de medir, de distribuir, etc. falando mais especificamente sobre as perguntas, "quanto falta "e "quanto sobra", eu creio que o "quanto sobra" explicita mais que o procedimento para uma determinada situação-problema é a subtração, exigindo desta forma, menos esforço mental do aluno. Já o "quanto falta" promove um movimento de busca, construção e descoberta, ou seja, a criança precisa "pensar mais".
SOBRE O JOGO DO BINGO e o FAÇA 10:
Nas aulas de matemática, os professores podem e devem utilizar diversos recursos a fim de atingir objetivos didáticos, dar eficácia a seu trabalho e facilitar a aprendizagem de conceitos e procedimentos. Jogos como o bingo, objetivam viabilizar conhecimentos. Já utilizei esse recurso para o reconhecimento de símbolos, escrita, leitura etc. Quanto ao jogo demonstrado pela interdisciplina, achei um tanto complexo para utilizar com a minha turma ( 1º ano) e também fiquei em dúvida em relação à construção do jogo, na parte em que se refere a escrita aleatória de números. Por exemplo, se um aluno sortear o número 79 no dado e 28 na roleta e nas cartelas não encontrar o resultado (51). o que os alunos fazem? Registram essa operação? ignoram? Com meus alunos, gosto de trabalhar a idéia de subtração com o jogo do boliche, pois durante o jogo o aluno está em contato com o procedimento de cáculo concreto, o que contribui para a compreensão do significado da subtração. Cada jogada é acompanhada de registro individual através de frases matemática.
A conceituação da operação de adição, assim como a de subtração, deve passar por várias experiências concretas para que a criança possa interioriza´-lo e transferi-lo para a aprendizagem do algoritmo, que vem a ser um mecanismo de cálculo. A idéia de juntar quantidades geralmente é associada a apenas duas quantidades pelos pequenos, e o jogo faça 10 oportuniza que mais quantidades sejam agrupadas, uma vez que o número que surge é sempre um elemento surpresa.
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ATIVIDADE - 5
Campo Aditivo - MÁQUINA DE CAFÉ Com a máquina de café são explorados os conceitos de adição quando se junta moedas para atingir um determinado valor. Do mesmo modo são exploradas situações da subtração ao pagar os pedidos, pois o valor total vai diminuindo ( decomposição de quantias). O sistema monetário e seu uso no dia-a-dia. Questões que podem ser formuladas: a) Ao atender os pedidos, quanto dinheiro sobrou? b) Com esse valor é possível adquirir mais um produto na máquina? c) Se você resolvesse incluir seu pedido junto com o pedido dos colegas do jogo, qual seria o produto de sua preferência? O dinheiro seria suficiente? sobraria? faltaria?
Campo Multiplicativo - MEMÓRIA DE TABUADA Como o próprio nome já diz, esse jogo trabalha a memorização visual e a memorização da tabuada de multiplicação (fatos básicos); a idéia combinatória e a percepção de erros e acertos. Questões que podem ser formuladas: a)Quantas tentativas você realizou antes de fazer o primeiro acerto? b) E seu colega,realizou mais ou menos jogadas que você? c)Quantas combinações (fato e resultado) você fez? d) E seu colega?
Frações - ENCAIXE AS FRAÇÕES O jogo explora a idéia de divisão, de correspondência entre as partes e o todo equivalência entre figuras geométricas e número. Questões que podem ser formuladas:
a)Na jogada que você realizou havia frações equivalentes? b)Reproduza em seu caderno a maior fração que você montou. c) Qual estratégia você utilizou para unir as partes? d) Marque o tempo que você utilizou para concluir a jogada e depois faça o mesmo com seu colega, registrando o tempo dele. Quem precisou mais tempo, você ou ele?
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Atividade - 6
MOSTRE AOS ALUNOS O CONCEITO DE DIREÇÃO E DIMENSÃO
1) Que idéias este texto traz sobre os conceitos de espaço e forma, que você considera mais relevantes? Destaque algumas situações.
Destaco o trabalho com a localização no espaço e reconhecimento de propriedades de figuras planas e não planas. Trabalho com o primeiro ano e gosto de promover atividades em que eles tem que seguir coordenadas (direções e sentidos) em tabuleiros feitos de E.V.A. onde um objeto é colocado sobre um determinado quadrado e eles tem que movimentar o objeto seguindo as coordenadas orais que estou dando, fazendo movimentos laterais, para cima e para baixo. Como eles sentam-se em grupos (mesinhas redondas) Todos fazem a mesma atividade ao mesmo tempo, porém, cada um movimenta o objeto uma vez e os demais auxiliam. No final todos analisam juntamente comigo, quem seguiu corretamente as coordenadas. Também faço batalha naval usando as lajotas do chão onde um aluno dá as coordenadas com a letra e o número e o seu par se movimenta de acordo. Depois quando eles já estão aptos e conseguindo se movimentar, seguindo direções e sentidos, escondo objetos na sala e faço pequenos mapas para eles se guiarem e encontrarem o objeto, envolvendo passos para a direita/esquerda, frente/atrás, etc. Já com as figuras geométricas planas, trabalho o básico (nomenclatura) e com as não planas, trabalho as representações bidimensionais, explorando as perspectivas de olhar, como cita o texto. As crianças colocam pequenas caixinhas de fósforo ou de remédio sobre a mesa, olham-na "em pé" e "deitada " e depois desenham no papel contornando as faces. Acho importante destacar que trabalho dessa maneira porque descobri na interdisciplina" Representação do mundo pela Matemática " muitas possibilidades e porque sei a dificuldade que é não saber localizar-se. Tenho dificuldade até para me localizar em espaços fechados, numa sala de departamentos por exemplo, ou de saber que lado está a entrada de um prédio, depois que estou dentro dele e percorri alguns corredores, estacionamento de shopping, então... Já me disseram que é falta de atenção e que tenho que usar referenciais, mas raramente me situo de primeira.
2) Quais os limites e as possibilidades que você vê no trabalho com a história da matemática? Dê alguns exemplos.
É importante trabalhar a história da matemática com os alunos para que eles percebam que muitas das descobertas surgiram como forma de solucionar problemas da vida prática, e percebam também as diferentes formas de registro que os povos antigos usavam até chegarmos a representação pelos números atuais, e desta forma possam também, criar um registro próprio com desenhos ou colagens. Creio que com alunos maiores as possibilidades também se ampliem, mas a idéia de fazer um retrospecto da evolução histórica da matemática, seja uma possibilidade bem interessante.
3) Faça uma breve pesquisa sobre um dos matemáticos citado no texto, justificando sua escolha.
TALES DE MILETO
Tales de Mileto nasceu em Tebas no ano de 625 a.C. Morreu em Atenas, a 547 a.C., aos 78 anos. Para alguns historiadores da matemática antiga, a geometria demonstrativa iniciou-se com Tales de Mileto, um dos sete sábios da Grécia. Foi o fundador da escola jônica, escola de pensamento dedicada à investigação da origem do universo e de outras questões filosóficas, entre elas a natureza e a validade das propriedades matemáticas dos números e das figuras. Supõe-se que viveu algum tempo no Egito onde provavelmente aprendeu geometria e na Babilônia onde entrou em contato com tabelas e instrumentos astronômicos. Faz parte do seu mito o fato de ter previsto o eclipse solar de 585 a.C., embora muitos historiadores da ciência duvidem que os meios existentes na época permitissem tal proeza. Atribui-se a Tales o cálculo da altura das pirâmides, bem como o cálculo da distância até navios no mar, por triangulação.
Justificativa da escolha:
Quase tudo que se refere a matemática me causa certo desconforto. Sempre tive dificuldade com essa disciplina e a única coisa de que gosto é a geometria. Quando pequena a geometria não era explorada pela matemática e sim nas aulas de educação artística, e como eu tinha aptidão para o desenho, gostava de explorar as formas geométricas em meus trabalhos, depois passei a ampliação de figuras através da malha quadriculada e finalmente para a pintura em telas. Como geometria, luz e sombra, estão relacionadas à esse matemático e presentes nas artes, justifica minha escolha e também porque ele tinha fama de distraído,como a maioria dos sábios.Conta-se que ao sair apressado de casa, atraído pela visão de um estrela cadente, Tales caiu num poço. Imediatamente correu pela cidade o dito de um seu amigo que o havia repreendido : "Oh! Tales, tu presumes ver o que está no céu, quando não vês o que tens aos teus pés!"
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ATIVIDADE - 7

Construtor de labirintos Construir cubinhos Fábrica de Cubos
1-Escolham um objeto acima para explorar e façam uma reflexão crítica sobre como, quando e porque vocês utilizariam este objeto com seus alunos.
FÁBRICA DE CUBOS A fábrica de cubos oferece a opção da malha quadriculada (grade quadrada) que eu utilizaria para formar figuras ou desenhos. Por exemplo, a malha poderia ser feita numa prancha com pregos (geoplano) e nela se faria determinada figura com lã colorida e o aluno tentaria reproduzir o desenho e também a cor. Seriam explorados a atenção, quantidade, cores, formas, noção de direção e localização, de semelhança e proporcionalidade, etc. Já a construção com cubinhos também poderia ser feita concretamente e reproduzida na "Fábrica" ( grade quadrada) num primeiro momento, e depois a representação de sólidos, em perspectiva bidimensional, num segundo momento.
Minha idéia de construção é no objeto CONSTRUIR CUBINHOS
Eu pediria ao programador que contruísse um caminhãozinho com as seguintes características: 1 - A cabine tem que ser duas vezes mais alta que a carroceria; 2 - A carroceria tem que ser mais comprida que a cabine; 3 - A cabine tem que ter forma de cubo e a carroceria de paralelepípedo; 4 - O objeto deve ser contruído no computador com a frente voltada para o lado esquerdo ( cabine); 5- Deverão ser usados 52 cubos na construção;
6 - A cabine deve ter nove cubinhos na base.
Nesta atividade o aluno precisa interpretar as informações e dominar vários conceitos para depois construir o objeto. Optei por não apresentar o desenho do projeto, para que o aluno trabalhe também sua imaginação, construindo mentalmente o objeto. O trabalho levará o aluno a fazer cálculos, comparações de formas e tamanhos, relacionar conceitos, medidas, explorar a nomenclatura de sólidos geométricos, interpretar dados, trabalhar com quantidade,
noção de lateralidade,etc.
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ATIVIDADE - 8
1) Você considera importante trabalhar Geometria com seus alunos? Por quê?
Sim porque o estudo da Geometria contribui para o relacionamento com o mundo da natureza dos objetos, com a arquitetura, com as artes e até com o mundo da imaginação.
2) Conte para a gente como você trabalha Geometria com seus alunos.
Primeiramente explorando os diversos contextos em que estas formas estão presentes, como o material escolar, os objetos de higiene,os brinquedos, os jogos, o mobiliário, etc., possibilitando a criança manusear, montar e desmontar. Caixinhas de remédio, por exemplo, é um recurso de grande abrangência, pois fechada permite construções de maquetes, contorno da planta baixa, da vista frontal e lateral, abertas (desmontadas) possibilitam que a criança entenda a planificação de um sólido.
Num segundo momento, exploro os espaços mais amplos que podem ser alcançados com o olhar como o formato do teto, das portas e janelas e em fotos e desenhos.
3) Destaque as principais dificuldades e facilidades que você identifica ao trabalhar Geometria em sala de aula.
Não tenho dificuldade de trabalhar com a Geometria no primeiro ano, pois nesta faixa etária (5/6 anos), como citei anteriormente, exploro as formas a partir do mundo cotidiano das crianças, utilizando os objetos que ela conhece, manipula, suas idéias, suas fantasias.
Há inúmeros recursos que auxiliam a criança a compreender a Geometria como os legos que tenho em sala de aula, os blocos lógicos, a massinha de modelar para construção dos sólidos geométricos, os materiais que rolam e que não rolam, etc.
4) Você usa o tangram em sala de aula? Se usa ou pensa em usar, apresente um exemplo de atividade que poderias realizar com o tangram, especificando os objetivos, desenvolvimento e resultados esperados.
Não uso, mas penso em construir com minha turma e usar. Vi em um livro de Matemática uma sugestão bem interessante, onde a professora vai contando uma história e os alunos vão montando as personagens como barco, pássaros, árvore, avião.etc.
Era uma vez...cinco triângulos, um quadrado e um paralelogramo
que decidiram participar de uma exposição de quadros.
Eles resolveram se juntar para formar um grande quadrado.

Cansados de ficar ali parados resolveram mudar de lugar
Era melhor ser um barco e sair para navegar.

No mar, no mar, no mar...Isso começou a enjoar
Era melhor ser um pássaro e voar, voar, voar...

Mas um dia quiseram parar, pois cansaram de tanto viajar.
Gostaram de tudo que viram, mas em árvore quiseram se transformar.

De repente veio a notícia de outra exposição de quadros
Muda daqui, muda dali para voltar ao quadrado
Essa não!
Fizeram uma confusão,entraram em pânico
E montaram foi um grande avião.

OBJETIVOS:
-Mostrar que a Matemática pode ser divertida; -Familiarizar o aluno com as figuras básicas da Geometria; -Desenvolver o raciocínio lógico para a resolução de problemas, coordenação motora e habilidades na utilização dos materiais a serem utilizados; -Estimular a criatividade;
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Projeto Final Interdisciplina Eletiva de Matemática
Conteúdo: Adição
Série: 1º ano do Ensino Fundamental de 9 anos Polo: Gravataí
Planejamento da Atividade
Objetivo:
- Colocar o aluno em contato com procedimentos de cálculo mental para que amplie seus conhecimentos e realize as adições com maior agilidade.
Metodologia: A estratégia usada para atingir esse objetivo é a ludicidade. O jogo proposto permite desenvolver a autoconfiança, a organização, a concentração, a atenção, o cálculo mental e o senso cooperativo. Durante o jogo, a mediação e orientação do professor quanto aos procedimentos dos alunos ao jogar, questionando sobre suas jogadas e estratégias se fazem necessárias para que o jogar se torne um ambiente de aprendizagem e recriação conceitual e não apenas de reprodução mecânica do conceito.
Jogo da Adição Material: Serão distribuídos para cada grupo um tabuleiro, um dado, vinte fichas numeradas de 0 à 10, material para contagem (palitos, botões ou pedacinhos de EVA) e uma tampinha para cada jogador.
Procedimento: Cada um dos jogadores coloca sua tampinha na posição inicial e lança o dado. Inicia o jogo aquele que tirar o número maior ou menor, dependendo da combinação feita entre os jogadores. Na sequência o jogador vira duas cartas, calcula a soma e comunica oralmente aos demais integrantes que conferem o resultado com o material de apoio. Se o resultado estiver correto o jogador avança uma casa, caso tenha se equivocado, permanece na mesma.



Os resultados obtidos em relação a aprendizagem de Matemática pelos alunos:
Ao ser colocado diante de situações de brincadeira, a criança compreendeu a estrutura lógica do jogo e, conseqüentemente, a construção dos conceitos matemáticos presentes no jogo.
Avaliação:
Será feita através da observação dos caminhos que o aluno busca em seu raciocínio para atingir a solução do problema proposto. A própria discussão no grupo sobre as respostas encontradas já é uma avaliação que faz com que todos participem do processo. E também se o jogo está de fato servindo como instrumento para aumentar as potencialidades do aluno.
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